Teu Blá-Blá-Blá.
Me enjoa o modo que a tua boca cante
Tais fuxicos contrários à verdade...
Nem mesmo uma rameira ou semelhante
Faz do teu blá-blá-blá uma realidade;
Nem numa cama é teu amor prestante,
Sempre feito de tédio e má vontade;
Te odeio, sim, por essa liberdade
Com que foges pra rua a cada instante.
Qual bicho solto ouves, tão somente,
Mexericos de amigas sem virtude,
e outros dizes, num eco permanente.
E a fofocar assim, muito e amiúde,
Me assusta um dia morrer tão de repente
E deixar de te odiar mais do que pude.
Ass:Apolo Ricardo Silva Nogueira
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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